domingo, 4 de dezembro de 2016

Seminário na UFPA discute relações sociais mediadas pelas imagens

Seminário na UFPA discute relações sociais mediadas pelas imagens


O Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da Universidade Federal do Pará (UFPA) realiza, nos dias 5, 6 e 7 de dezembro, o Seminário “Ética e sociedade: reflexões sobre a arte e sobre a paz”, no auditório da CNBB. O evento contará com a participação dos professores Aníbal Fornari (Universidade Católica de Santa Fé/Argentina), Abílio Hernandes Cardoso (Universidade de Coimbra) e Rita Capucho (Avanca Cinema International Festival/Universidade de Coimbra). O evento terá entrada franca e será aberto a todos os interessados.
O seminário tem como objetivo debater como, diante dos desafios existentes em torno de relações sociais mediadas pelas imagens e em meio à crescente violência social no mundo contemporâneo e no Brasil, se expressam as respostas da arte e dos artistas. O seminário pretende, ainda, colaborar para a discussão acerca do estatuto da imagem em sua relação com a religiosidade e com a não violência como experiência existencial do ser humano.
“O evento busca mostrar que medida o cinema, a fotografia, a música e outras manifestações estéticas podem concorrer para o alcance da paz, da alegria, da harmonia e da dialogia nas relações dos seres humanos uns com os outros, consigo mesmos e com a natureza”, ressalta a professora Kátia Mendonça, coordenadora do projeto.
Palestrantes - Os palestrantes convidados para o evento, todos, têm trabalhos relacionados ao cinema, sendo que Rita Capucho é cineasta e coordenadora do Festival Acima. Anibal Fornari é um grande fenomenólogo e filósofo argentino, trabalhando com uma filosofia da arte.
Todos estão intimamente conectados com a linha de pesquisa do PPGSA: Ética, Trabalho e Sociabilidades.  A coordenação do evento pretende que a presença dos convidados impulsione os trabalhos do Grupo de Pesquisa Arte, Ética Imagem e Sociedade, coordenado, também, pela professora Kátia Mendonça.

8º Seminário Interinstitucional de Filosofia na Amazônia apresenta manifesto

Professores e estudantes de Filosofia da UFAM, UEA e FSDB apresentam manifesto ao final de evento


No dias 23, 24 e 25 professores e alunos dos cursos de Filosofia da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e Faculdade Salesiana Dom Bosco (FSDB) participaram do 8º Seminário Interinstitucional de Filosofia, realizado no auditório da Faculdade (Acesse o site).

Ao final do evento, as instituições leram o seguinte manifesto:
Sobre o Desprezo aos Direitos Sociais e à Democracia no Brasil
Nós, estudantes, professores e professoras de filosofia, participantes do  8º Seminário Interinstitucional de Filosofia: Desafios da Democracia na Atualidade, realizado no período de 23 a 25 de novembro de 2016, na cidade de Manaus, na Faculdade Salesiana Dom Bosco (FSDB), promovido pelos Departamentos de Filosofia da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e FSDB, avaliamos com profundidade os desafios em curso no Brasil. Eles impedem as práticas democráticas e contribuem para a fragilidade e instabilidade da jovem democracia de nosso país.

Testemunhamos com revolta e indignação a retirada de direitos sociais, conquistados com duras lutas ao longo da nossa história, de modo especial a educação pública, gratuita e democrática.
Rejeitamos a forma autoritária como o governo federal vem tratando questões fundamentais para a vida das brasileiras e brasileiros, como por exemplo, a PEC 55 (antiga PEC 241), que congela os gastos com saúde, educação e assistência social por cerca de 20 anos. Destarte, nos últimos anos, apenas cerca de 3% do PIB anual foi destinado para a educação (pública e privada), o que já tem gerado um déficit incomensurável para a qualidade da educação.

Também repelimos a MP 746, que propõe a reforma do ensino médio de forma precipitada e autoritária, sem permitir qualquer debate com os diversos segmentos da sociedade, de modo especial a parcela da sociedade menos favorecida que depende unicamente da educação pública (a mais prejudicada com a reforma governista e entreguista da educação pública para a iniciativa privada).
Finalmente, repudiamos veementemente a repressão policial às diversas ocupações de escolas e órgão públicos por todo o país, uma vez que os jovens ocupantes destes espaços reivindicam de forma justa e legítima o direito a uma educação pública, gratuita, democrática e de qualidade, por isto, rejeitamos a proposta da PEC 55 e MP 746.

Conclamamos a mais pessoas, cidadãos e cidadãs, a somar forças em prol da promoção da vida digna e justa para todas e todos que almejam dias melhores.
Manaus, 25 de novembro de 2016.

domingo, 13 de novembro de 2016

Relações Humanas e respeito às diferentes culturas serão debatidos em celebração do Dia Mundial da Filosofia

Em 2016, com o tema “Convivência: como somar num mundo em conflito”, data é comemorada em todo o país com apresentações artísticas, palestras, exposição fotográfica e painel.

O Dia Mundial da Filosofia, instituído pela UNESCO, é celebrado todos os anos na terceira quinta-feira do mês de novembro, para reforçar o valor necessário da filosofia para o desenvolvimento do pensamento em cada cultura e cada indivíduo, além de enfatizar, mais uma vez, a importância da formação humanista e ética na sociedade contemporânea. Neste ano a data será celebrada por meio de uma parceria entre Nova Acrópole e UNESCO no Brasil. 

No dia 12/11/2016 em Brasília, a partir das 10h, acontece um grande evento no Auditório 1 do Museu Nacional. Além da capital federal, outras 16 cidades (a saber: Anápolis, Aparecida de Goiânia, Belém, Cuiabá, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Macapá, Manaus, Mossoró, Natal, Palmas, Recife, Rio Verde, São Luis e Teresina) também terão celebrações que acontecem no dia 19/11. Para a programação completa em cada uma das cidades acesse:  www.diamundialdafilosofia.com.br
 
O importante papel das relações humanas e do respeito entre diferentes culturas, povos e crenças para apoiar o desenvolvimento social, político e econômico é o tema a ser explorado neste ano. Essencialmente, o desenvolvimento se baseia na promoção da pessoa humana e do seu conjunto de relações, seja consigo mesma seja com a sociedade onde vive. São laços de confiança e respeito, empatia e ajuda mútua que permitem que as pessoas se unam em torno de projetos comuns que gerem civilidade e desenvolvimento em todos os campos.  

É na riqueza de trocas entre as pessoas que as ideias surgem, novos projetos nascem e é possível fazer a sociedade avançar em termos de conhecimento e progresso científico e tecnológico. O sectarismo e o isolamento acabam por gerar intolerância e conflitos que atrapalham o desenvolvimento das instituições. 

A celebração do Dia Mundial da Filosofia iniciou em agosto com o lançamento de um concurso nacional de fotografias com a temática da Convivência. As 20 melhores fotos serão expostas em diversas capitais e os três premiados serão anunciados no dia 12/11. Durante as celebrações, também foram beneficiados alunos da Fundação Educacional do Distrito Federal, que receberam palestras sobre o tema dadas pelos voluntários da Nova Acrópole. 

O evento em Brasília é apoiado também pelo Instituto de Educação Superior de Brasília - IESB e pelas Secretarias de Educação e de Cultura do Governo do Distrito Federal (GDF). Saiba mais sobre o evento de Brasília, pelo Facebook: https://www.facebook.com/events/1176630689051054/
A participação em todo o evento é gratuita.  

Sobre Nova Acrópole:
Nova Acrópole é uma organização internacional de caráter filosófico, cultural e voluntário que atua há 59 anos na promoção do estudo da filosofia de maneira prática, buscando fazer com que os ensinamentos das obras clássicas sejam debatidos no mundo contemporâneo, por tratarem das grandes questões humanas, como convivência, civilidade, desenvolvimento das potencialidades individuais e a construção de uma sociedade melhor. 

Com este propósito de promover a reflexão e o crescimento do ser humano, desde 2005, Nova Acrópole celebra o Dia Mundial da Filosofia com seminários, apresentações artísticas e exposições em eventos por todo o Brasil. Em 2016, Nova Acrópole mais uma vez promove as celebrações do Dia Mundial da Filosofia, dentro do espírito de gerar reflexão sobre os desafios vividos pelo homem e a mulher contemporâneos. 

Sobre a UNESCO: 
Criada em 1945, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) é a agência especializada da Organização das Nações Unidas (ONU) que trabalha para construir a paz entre os povos, por meio de ações em educação, ciências, cultura e comunicação. 

No Brasil, a UNESCO atua em projetos para melhorar a qualidade da educação, erradicar a pobreza, promover o respeito aos direitos humanos, dar acesso à cultura e ao esporte, garantir direitos fundamentais e promover a cultura de paz. A UNESCO trabalha por meio de cooperação técnica, em parceria com os três níveis de governo – federal, estaduais e municipais -, a sociedade civil, as organizações não governamentais, as universidades e o setor privado. 

A UNESCO tem convicção no poder da educação, da cultura e da ciência, como instrumentos que podem contribuir para a humanização das pessoas e para a construção de uma convivência respeitosa e pacífica, que nos permita avançar sempre na direção de uma vida melhor para todos. 

Seminário Gestão das Bacias Hidrográficas da Amazônica Legal será realizado no PRONAT

No período de 16 a 18 de novembro, a Universidade Federal de Roraima (UFRR) sediará o seminário intitulado “Gestão de bacias hidrográficas: A realidade da Amazônia Legal”. Em razão da grande procura pela inscrição no evento o local da realização foi transferido do Auditório do Instituto de Antropologia - INAN para o Auditório do Programa de Pós-graduação em Recursos Naturais – PRONAT/ Campus Paricarana.

Ao longo dos três dias, serão promovidas mesas-redondas e palestras sobre a temática, com o objetivo de discutir sobre as alternativas de gestão das bacias hidrográficas, com foco na realidade dos estados da Amazônia Legal, de modo a incentivar a gestão participativa dessas áreas, principalmente em Roraima.

A realização do seminário é fruto de uma parceria entre a UFRR, a Agência Nacional de Águas (ANA) e a Fundação Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Femarh). Conforme o diretor do Instituto de Geociências (Igeo/UFRR), Antônio Veras, o evento será aberto às comunidades interna e externa, por se tratar de um tema de interesse comum e relevante, inclusive, para o desenvolvimento socioeconômico regional.

“O evento oportunizará uma discussão sobre alternativas de gestão dos recursos hídricos compatíveis com a realidade local. Portanto, contamos com a participação tanto de profissionais da área, quanto de representantes da sociedade civil, haja vista a importância do engajamento popular para a gestão cada vez mais integrada desse capital natural tão importante para a sustentabilidade do País”, explicou Veras.

Inscrições – Os interessados poderão se inscrever a partir do dia 25 de outubro, na Femarh, localizada na Avenida Ville Roy, n.º 4935, São Pedro, ou no Igeo/UFRR, situado na Av. Cap. Ene Garcez, n.º 2413, Aeroporto. Outras informações podem ser obtidas pelos telefones 2121-9186, 3621-3162 e pelos e-mails drhi.femarh@gmail.com e antonio.veras@ufrr.br. O evento será gratuito e, as inscrições seguem até o dia do evento.

Colóquio discute a atuação de pesquisadores em Projetos de Desenvolvimento na Amazônia


No dia 10 de novembro aconteceu o Colóquio De onde são, a quem representam e o que fazem os pesquisadores que atuam em Projetos de Desenvolvimento na Amazônia? - Caso das Hidrelétricas do Madeira. O evento é promovido pelo Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Superior (GEPES) da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR), como ação do Observatório Educação Superior e Desenvolvimento. O evento acontecerá no Auditório do Núcleo de Ciências Sociais Aplicadas (NUCSA ), no Campus de Porto Velho.

A parte da manhã, de 8h às 11h30,  foi destinada para a apresentação da abordagem metodológica e resultados parciais no contexto do projeto. Apresentado pelas acadêmicas de iniciação científica, bolsistas PIBIC-CAPES 2015-2016, Renata Nobre e Jarede Maedrei (Curso de Pedagogia) e Elziane Sousa (Curso de História).

O turno da tarde, de 14h30 às 17h, terá a apresentação da análise de Redes, a partir dos achados de pesquisa, discussão sobre atores, políticas para o desenvolvimento e o papel da Comunidade Científica na Amazônia Brasileira, com a participação dos docentes e pesquisadores Walterlina Brasil (GEPES) e Osmar Siena (PPGMAD).

A professora Walterlina Brasil destaca que participar do evento é “importante para pessoas que buscam conhecer abordagens metodológicas voltadas as ciências socioambientais, bem como interesse em dados sobre temas estratégicos para o desenvolvimento regional e sobre a formação da comunidade científica na Amazônia”.

O evento divulga atividade do GEPES no Projeto “Rede cooperativa de pesquisa e formação de recursos humanos para o estudo dos impactos dos empreendimentos hidrelétricos na Amazônia sobre recursos pesqueiros e a pesca com enfoque ecossistêmico” (UFPA, UFT, UFAM e UNIR em cooperação internacional), aprovado para financiamento em 2013 por meio do PROGRAMA PRÓ-AMAZÔNIA: BIODIVERSIDADE E SUSTENTABILIDADE. EDITAL N. 047 / 2012. Na UNIR, o Projeto Geral é coordenado pela professor doutora Carolina Dória. O Colóquio será aberto ao público e haverá Declaração de Participação emitido pelo GEPES.

Projeto analisa realidade da educação infantil em Santarém

De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a educação infantil deve complementar a ação da família e da comunidade no desenvolvimento físico, psicológico, intelectual e social da criança de até 5 anos. Nesta etapa, em que bem-estar, brincar e interação são essenciais para a aprendizagem e o desenvolvimento, é preciso estar atento ao tratamento dado aos pequenos nas creches e pré-escolas. Nem sempre é possível encontrar instituições que atendam a todos os critérios estabelecidos em lei.

Projeto analisa realidade da educação infantil em Santarém
Ação educativa do Gepei. Foto: Arquivo Gepei.
Município vivencia problemas encontrados no país como um todo

Desde 2014, a professora Sinara Almeida da Costa, do Instituto de Ciências da Educação (Iced) da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), investiga a qualidade da educação infantil ofertada na cidade de Santarém. Nas pesquisas coordenadas por ela, no Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Infantil (Gepei), o cenário ainda preocupa. A maior parte das instituições precisa avançar na adoção de práticas pedagógicas mais efetivas para a formação das crianças.

“Os resultados não são bons. Muitas instituições até possuem suas propostas pedagógicas em forma de documento, mas elas são bem diferentes na prática. Elas não têm uma linha teórica que direcione suas propostas de trabalho. Têm o documento, mas ele não está sendo aplicado na prática”, afirma Sinara.

Na educação infantil, é preciso que os professores trabalhem atividades que visem o desenvolvimento de habilidades que nos acompanharão para a vida toda: capacidade de raciocínio, abstração, imaginação, criatividade, sociabilidade, entre outras. A tarefa exige do profissional conhecimento, dedicação e planejamento, mas diversos fatores, como a falta de formação adequada e a ampla jornada de trabalho enfrentada diariamente, ainda impedem que isso se concretize.

Em uma pesquisa realizada com 50 professores da rede pública municipal (cerca de 10% do total de professores da rede), foi constatado que a maior parte são temporários (58%). Além disso, 62% não têm nível superior, apenas o magistério. E, dos que são graduados, apenas 27% dedicam-se à pós-graduação na área de educação infantil.

De acordo com a pesquisadora, isso prejudica a construção do entendimento da sociedade sobre a educação infantil, “que o professor seja visto como profissional da educação e não como ‘tio’ ou ‘tia’”.

Outro ponto que chama atenção são os espaços destinados às crianças. Segundo Costa, em geral, são inadequados: “São casas improvisadas, quentes, sem estrutura necessária, com materiais de baixa qualidade e em número insuficiente. Quando tem parquinho, não é arborizado, o que inviabiliza o uso”.

Formação continuada é essencial - Para Sinara, a formação do professor é a base de tudo. “Se você não tem um espaço tão bom, mas tem a formação necessária, você pode transformar aquele espaço em um ambiente agradável para a criança”.

Em 2014, a Ufopa ofertou a especialização em Docência Infantil para educadores de 27 municípios da região Oeste do Pará. Apesar disso, nem todas as 150 vagas foram preenchidas por professores que atuam na educação infantil.

Com a conclusão do levantamento dos dados sobre as instituições em Santarém, a expectativa é subsidiar ações do poder público voltadas para a área. “Precisamos desses dados para mostrar para o poder público que essa situação é real, é séria e tem consequências. E, a partir daí, o poder público reorganizar o seu quadro de professores com concursos específicos e uma formação continuada, em serviço, para que o professor aprimore os conhecimentos que ele já tem”, destaca Costa.

Leitura e escrita – “Por que você escreve?” “Porque a professora mandou”. Essa é uma resposta comumente reproduzida por alunos que estão iniciando a alfabetização. Segundo Costa, isso é reflexo do uso de uma metodologia de ensino que prioriza a repetição de números e letras. A consequência tem sido a formação de adultos que não sabem ler e escrever porque são incapazes de interpretar ou produzir um bom texto. “Os nossos jovens não estão sendo autores, estão apenas reproduzindo textos. Quando eles têm que interpretar o que eles leem, têm muita dificuldade”, afirma a professora.

A forma mais eficaz de ensino baseia-se no uso social da leitura e escrita, o que quer dizer que as crianças devem primeiro encontrar uma motivação para tal e, depois, aprender a técnica correta. Para ajudar a melhorar esse quadro, a Ufopa está negociando com o Ministério da Educação (MEC) a oferta de um curso de leitura e escrita na educação infantil. O objetivo é aperfeiçoar a prática dos professores da rede pública dos municípios da região Oeste do Pará. A previsão é de que ocorra em 2017.
Com informações da Ascom/UFOPA

Ufopa promove seminário sobre pedagogia da alternância e desenvolvimento rural

A Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) e a Associação Regional das Casas Familiares Rurais do Pará (Arcafar-PA) promovem nesta sexta-feira, 11 de novembro, um seminário sobre “Pedagogia da Alternância e Desenvolvimento Rural”. O evento será realizado no auditório Pérola, anexo à unidade Amazônia da Ufopa, em Santarém, a partir das 14h30.

O objetivo do seminário é promover a discussão sobre a importância da Pedagogia da Alternância e das Casas Familiares Rurais para o fortalecimento da agricultura familiar e para o desenvolvimento rural na Amazônia. A palestra de abertura, que leva o mesmo nome do evento, será proferida pelo representante do Movimento de Educação Promocional do Espírito Santo (Mepes), Joel Duarte Benísio, e terá como moderador o presidente da Arcafar-PA, Agnaldo Patrocínio de Oliveira.
Em seguida, ocorrerá uma roda de conversa para debater a respeito da PEC 55 e a educação no campo.

Para as 18h está prevista a realização de uma mesa-redonda com o tema “Perspectivas para o desenvolvimento rural na Amazônia: possibilidades a partir das Casas Familiares Rurais”, a ser mediada pela professora Lucineide Pinheiro, da Ufopa.

As inscrições para o evento são gratuitas e podem ser realizadas na página http://www.even3.com.br/pedagogiaalternancia. Também será possível se inscrever no local do evento, a partir das 14h. O seminário conta com a parceria do Instituto Natura.