sábado, 27 de janeiro de 2018

Livro ensina como elaborar projetos sociais

Com 24 anos de atuação na área de voluntariado, o professor da Faculdade de Tecnologia (FT), Jonas Gomes, apresenta ao público a obra “Compêndio para Elaboração de Projetos Sociais”, no dia 20 de fevereiro, Dia Mundial da Justiça Social, às 18h, no auditório Rio Javari.

No trabalho, o professor registra a forma como são vistos o trabalho voluntário e o terceiro setor em país como Japão, Estados Unidos e Brasil com base na experiência adquirida nesses países. No Brasil, a Fundação Pescar, no Rio Grande do Sul e o Alternativo de Petrópolis, no Amazonas, são citados como exemplos de projetos de sucesso. Já no exterior, as Homeboy Industries, nos Estados Unidos, e o Peace Boat, no Japão, mostram como o trabalho é desenvolvido por lá. “Em todos os casos atuei como voluntário, sendo que para melhorar os serviços, sentia a necessidade de captar recursos por meio de projetos construídos com a coletividade, porém tinha dificuldade de encontrar material sobre o assunto, então decidi colocar a experiência adquira no compêndio”, afirma.

Com o livro é possível adquirir estatísticas e dados nacionais e internacionais sobre o setor; orientações para a correta elaboração de projetos, com dicas de como fazê-lo com a participação coletiva. Além disso, o autor expõe cinco abordagens para realização de diagnósticos quanto à participação da comunidade.

O evento de lançamento oficial será aberto ao público em geral. Professores, alunos e pesquisadores que elaboram projetos de extensão; gestores e coordenadores de projetos sociais e gestores de RH de empresas que almejam desenvolver projetos sociais para reforçar a sua responsabilidade social são os principais destinatários da obra. Os interessados podem customizar o material e fazer a encomenda online no site da editora Agbook, que publica o trabalho.
Fonte: Ascom Ufam

Festival de Barcelos conta e canta a obra Ethos e Figurações na Hinterlância Amazônica

O livro “Ethos e Figurações na Hinterlândia Amazônica”, do professor da Faculdade de Educação Física e Fisioterapia (FEFF), Gláucio Matos, será apresentado durante a XXIV edição de 2018 do Festival do Peixe Ornamental de Barcelos, nos dias 25, 26, 27 e 28 de janeiro.


Publicada em 2015, a obra é resultado da pesquisa de campo e da experiência de 25 anos de trabalho em três comunidades amazônicas do município de Boa Vista do Ramos-Am, no Baixo Amazonas. “A obra traz uma reflexão sob a perspectiva sociológica de Norbert Elias. Destaco como o processo civilizador não saiu da floresta, avançou para dentro dela. No processo de integração as configurações ampliaram e as redes de interdependências. O poder, a diferenciação social e a individualização ocorrendo no universo amazônico. E, dos 62 municípios do Estado, não há um que não tenha desenvolvido uma ou duas datas festivas em função do lazer, no qual o Festival do Peixe Ornamental é uma de destaque”, explica.

Ao estudar a vida cabocla, o autor afirma que o amazônida pode configurar-se de diferentes formas, sendo um individuo complexo. “Essa é uma questão longa que pode ser entendida melhor na leitura da obra, mas uma coisa é certa, o caboclo amazônico não se define, se explica. Pode passar a vida morando em comunidade dita rural, ser pescador, agricultor, caçador. Por outro lado, esse caboclo, migra para a urbe e se torna professor, advogado, médico, político etc”, registra.

Obra resulta de 25 anos de trabalho em comunidades no Am, diz professor Gláucio CamposObra resulta de 25 anos de trabalho em comunidades no Am, diz professor Gláucio CamposSobre sua participação no Festival de Barcelos, o professor informa que atuou ativamente em diversos momentos na preparação do Cardinal, inclusive na composição da música“Ethos Caboclo”, cuja autoria compartilha com Josias Benfica.“O festival tem sua importância, pois traz em seu tema o modo de vida amazônico ou uma reflexão crítica de problemas socioambientais. Assunto que permeia o cotidiano de encontros técnicos e científicos com o olhar para a Amazônia brasileira. No aspecto econômico injeta recursos ao município. Na perspectiva do turismo e do lazer, coloca o Município em destaque em nível estadual, nacional e internacional”, expõe, ao dizer que acredita na vitória do Cardinal: “Tem grande chance de vitória”.

Sobre o Festival do Peixe Ornamental de Barcelos
Realizada em Barcelos, a 401,7 km de Manaus, a XXIV edição do Festival apresenta a rivalidade entre os peixes Cardinal e Acara-Disco. O primeiro representado pelas cores azul e vermelho e o segundo, por preto e amarelo. Durante os quatro dias do festival, além da disputa entre os peixes, ocorre a apresentação de artistas locais e nacionais, exposições e feiras de artesanato e cultura regional.   O município espera receber aproximadamente 2 mil turistas em 2018.
Fonte: Ascom UFAM

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Doutorado do INPA em Clima e Ambiente, têm as inscrições prorrogadas

Foram prorrogadas até o dia 2 de fevereiro de 2018 as inscrições para o curso de doutorado em Clima e Ambiente, uma parceria entre o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) e a Universidade do Estado do Amazonas (UEA). De acordo com a Coordenação de Capacitação (Cocap), o curso oferece 10 vagas com ingresso em março de 2018.

Pelo Edital Inpa/Cocap nº19, os interessados em participar do processo seletivo do Programa de Pós-Graduação em Clima e Ambiente (PPG-Cliamb) podem fazer a inscrição, por meio de formulário que deve ser preenchido, assinado e encaminhado em formato digital (PDF) para o email selecao.cliamb@gmail.com. O formulário está disponível em http://portal.inpa.gov.br/index.php/pos-graduacao/regulamentos-e-documentos.

O processo contará com três etapas eliminatórias. A primeira é análise curricular, a segunda é a avaliação do anteprojeto e a terceira, entrevista, todas coordenadas pela comissão de seleção. 

Ecologia

Ainda continuam abertas até o dia 5 de janeiro de 2018 as inscrições para o doutorado no Programa de Pós-Graduação de Biologia (Ecologia). Os candidatos aprovados entrarão no primeiro semestre de 2018. Os editais podem ser acessados na página da pós-graduação na aba Editais e Documentos ou pelo endereçohttp://portal.inpa.gov.br/index.php/pos-graduacao/regulamentos-e-documentos.

O Inpa possui dez programas de pós-graduação, sendo um deles (Aquicultura) em ampla associação com a Universidade Nilton Lins e o PPG-Cliamb, interinstitucional entre o Inpa e a UEA. Em mais de 40 anos de atuação na pós-graduação, o Inpa já formou mais de 2.500 mestres e doutores. Cerca de 70% desses profissionais permancem na região amazônica.    

Sobre o PPG-Cliamb

O PPG-Cliamb desenvolve pesquisas em diversas áreas tratando das questões dos impactos climáticos e ambientais na Amazônia advindos das mudanças de uso da terra na região e das mudanças climáticas globais, de maneira multi e interdisciplinar, na formação e treinamento de recursos humanos, e é aprovado pelo CAPES/MEC.

Fonte: Ascom Inpa

Representante da FAO Brasil fala no Inpa sobre erradicação da fome na 50ª Reunião do Geea


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Erradicação da fome até 2030 e produção de alimentos de maneira sustentável. Este foi o foco da 50ª Reunião do Grupo de Estudos Estratégicos Amazônicos (Geea) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), nesta quarta-feira (13). O convidado da última reunião do ano foi o representante da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO, na sigla em inglês) no Brasil, Alan Bojanic, que falou sobre a “Economia agrícola: o papel do Brasil e da Amazônia”.

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Com a presença de pesquisadores, professores universitários e gestores, o engenheiro agrônomo Bojanic apresentou um cenário da fome no mundo. Segundo ele, cerca de 815 milhões de pessoas no mundo sofrem com a fome e desse total a Ásia lidera com 520 milhões, a África vem em segundo lugar com 243 milhões, e a América Latina e o Caribe em terceiro, com 42,5 milhões.

O representante também falou sobre os esforços para se alcançar os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). Com 17 objetivos, 169 metas e 231 indicadores, o maior propósito é cumprir etapas para melhoria nas dimensões sociais, ambientais, econômicas, e institucionais.  “O desafio é grande: tivemos retrocesso no ano passado. A quantidade de pessoas famintas está subindo”, disse.

Segundo o representante da FAO no Brasil, estima-se que em 2050 a população será de 9,8 bilhões, 29% a mais do número atual e o crescimento maior será nos países em desenvolvimento. “70% da população será urbana e os níveis de renda serão maiores do que os atuais”, disse.

Para atingir os objetivos, a FAO trabalha no sentido de reduzir o desperdício de alimentos. Cerca de 1 bilhão e 300 mil toneladas de alimentos vão para o lixo, ao invés de chegarem às mãos do consumidor. “A produção de alimentos consome energia e recursos financeiros, e tudo nessa questão é sintetizado como desperdício”, ressalta Bojanic.  

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“A discussão com o representante da FAO no Brasil foi relevante e fecha com chave de ouro os dez anos de criação do Geea, pois tratou, não só da erradicação da fome, mas de aspectos globais, e a Amazônia como parte do contexto”, disse o diretor do Inpa, Luiz Renato de França.

Para o pesquisador do Inpa, o doutor em Agronomia Newton Falcão, um dos participantes da Reunião do Geea, uma das formas de atingir as metas da Agenda dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável é trabalhar a agricultura familiar. “É preciso promover trabalhos com esses produtores na busca da diminuição do uso de fertilizantes e agrotóxicos para produzir produtos mais saudáveis”, diz o pesquisador. “Além da fome, outro problema é falta da segurança alimentar, que envolve a má alimentação da sociedade”, acrescenta.  

Na opinião de Bojanic, a Amazônia tem papel fundamental, por ser uma região produtiva, exportadora de alimentos. “Mas é preciso que ela desenvolva o suficiente para a população da sua região”, defende o representante da FAO ao ressaltar que é preciso ser otimista mesmo diante do cenário.

Sobre o Geea

O Geea foi criado em 2007 com o objetivo de estabelecer fórum permanente multidisciplinar, visando à análise de questões relevantes sobre a Amazônia e um veículo para a socialização da ciência através de linguagem acessível. O grupo, formado por pesquisadores, professores, empresários, humanistas e gestores reúne-se a cada dois meses para debater um tema escolhido previamente e apresentado por especialista de renome. O secretário-executivo do Geea é o pesquisador Geraldo Mendes.
fonte: Ascom Inpa/Fotos Raquel Chaves

MPF denuncia 25 proprietários de dragas por extração ilegal de ouro na Amazônia

MPF denuncia 25 proprietários de dragas por extração ilegal de ouro no rio Madeira.Denunciados foram identificados durante ação de fiscalização realizada em 2017, por agentes do Ibama, ICMBio, Força Nacional e Exército.

Imagem do leito do rio Madeira com o céu azul e nuvens brancas
Foto: Wilson Dias/ABr - 09/07/2007 
 
O Ministério Público Federal denunciou 25 proprietários de dragas por desenvolverem atividades de exploração mineral sem licença ambiental no rio Madeira, no município de Humaitá (distante 590 quilômetros de Manaus). As dragas foram identificadas por equipe de fiscalização, em outubro o ano passado, realizando a retirada ilegal de ouro na região.

A ação de fiscalização contou com a participação de agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), da Força Nacional, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Exército Brasileiro, no dia 24 de outubro de 2017, em atendimento a uma ordem de fiscalização expedida pelo Ibama, para coibir a lavra garimpeira ilegal no leito do rio Madeira e no entorno da Floresta Nacional de Humaitá, unidade de conservação criada pelo Decreto nº 2.485, de 2 de fevereiro de 1998.

As dragas estavam montadas sobre dois botes de madeira ou charutos de ferro, com cerca de seis metros cada, onde eram acopladas pranchas de madeira com motores marítimos a diesel. Os motores movimentavam bombas centrífugas adaptadas a duas mangueiras que sugavam o cascalho e peneiravam o material. A apuração final era feita com o auxílio de bateia e o uso de mercúrio.

No momento da fiscalização, os proprietários das dragas não apresentaram permissão válida de lavra garimpeira outorgada pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) à cooperativa de garimpeiros autorizada a funcionar como empresa de mineração no rio Madeira, nem licença de operação concedida pelo órgão ambiental. A conduta é considerada criminosa conforme o artigo 2º da Lei nº 8.176/91 e o artigo 55 da Lei nº 9.605/98. A primeira lei prevê pena de detenção de um a cinco anos e multa e a segunda, pena de detenção de seis meses a um ano e multa.
As ações penais tramitam na Justiça Federal no Amazonas.

Licenças suspensas pela Justiça – A Justiça Federal no Amazonas atendeu ao pedido do MPF, em ação civil pública, e determinou que o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) suspenda licenças de operação concedidas pelo órgão para a exploração de ouro no leito do rio Madeira, nos municípios de Novo Aripuanã, Manicoré, Borba e Humaitá, região sul do Amazonas.

Em caso de descumprimento, a decisão liminar prevê aplicação de multa de R$ 100 mil, a incidir sobre o patrimônio pessoal do agente público responsável pelo cumprimento da decisão. Na ação, o MPF argumentou que o Ipaam não tem competência legal para conceder as licenças, pois a atividade está sujeita à fiscalização do Ibama, já que os impactos ambientais decorrentes da lavra de ouro ultrapassam os limites territoriais de dois estados brasileiros. A ação civil pública segue tramitando na 7ª Vara Federal sob o número 1003598-84.2017.4.01.3200.

membro da Convenção Marco da ONU sobre a Mudança do Clima


O professor Claudio Szlafsztein, da Universidade Federal do Pará, foi aprovado pelo ponto focal do Governo do Brasil (Ministério das Relações Exteriores) para integrar a lista de especialistas (Roster of Experts) da Convenção Marco das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC). A UNFCC foi adotada em 1992 como um marco de cooperação internacional para limitar o aumento da temperatura media mundial e a mudança climática resultante, e, ao mesmo tempo, enfrentar seus impactos já inevitáveis.

O grupo de especialistas do Brasil é composto por 41 membros representantes de órgãos de governo, universidades, empresas do setor privado e público e Organizações Não Governamentais. Claudio Szlafsztein é o único membro da região amazônica. A lista completa encontra-se na página da UNFCCC .
UNFCCC 
A lista inclui os especialistas que devem contribuir com processos de revisão de informes anuais de inventários de Gases de Efeito Estufa (GEE) e das comunicações nacionais associadas aos países do Anexo I do Protocolo de Quioto, e com a análise técnica, no âmbito do processo de consulta e análise internacional (ICA), dos informes atualizados bianuais (BUR) submetidos pelos países não pertencentes ao Anexo I.

Histórico - O professor Szlafsztein é formado em Geologia pela Universidade de Buenos Aires (Argentina), mestre em Ciências Ambientas pela Universidad de Hokkaido (Japão) e doutor em Ciências Naturais- Geografia pela Universidade de Kiel (Alemanha).

Professor dos Programas de Pós-graduação em Geografia (IFCH) e Gestão de riscos e de Desastres na Amazônia (IG), atualmente é diretor de acordos e relações internacionais da Pró-reitoria de Relações Internacionais da Universidade Federal do Pará (PROINTER).

O professor também é membro do Fórum Brasileiro e Paraense de Mudanças Climáticas, e presidente da Associação Brasileira de Geologia de Engenharia e Ambiental (Núcleo Norte). Desde 2018, Bolsista Produtividade 2 do CNPq.

UNFCCC - As negociações internacionais para fortalecer a resposta global à mudança do clima foram inciadas em 1995. Já em 1997, adotou-se o Protocolo de Quioto, que obriga legalmente os países desenvolvidos a cumprir objetivos de redução de emissões. O primeiro período do Protocolo teve início em 2008 e terminou em 2012. O segundo período iniciou-se em 2013 e terminará em 2020.

Em 2015, foi adotado o Acordo de Paris sobre a Mudança do Clima, construído a partir dos trabalhos realizados no Marco da Convenção. Este foi um grande passo no processo internacional de ação contra a mudança climática nas Nações Unidas. O Acordo de Paris busca acelerar e intensificar as ações e os investimentos necessários para alcançar um futuro sustentável com baixas emissões de carbono, mantendo o aumento da temperatura media mundial abaixo de 2oC, com respeito aos níveis da era pré-industrial, fortalecendo a capacidade dos países para enfrentar os impactos da mudança climática. Para alcançar estes objetivos, foram estabelecidos fluxos financeiros próximos aos 100 bilhões de dólares até 2025.

A secretaria da UNFCC apoia todas as instituições que participam nas negociações internacionais sobre a mudança do clima, em particular a Conferencia das Partes (COP).

Fonte: https://www.portal.ufpa.br/

PF e Ibama desmonta esquema de exportação ilegal de madeira da Amazônia

 
Policiais federais e fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) deflagraram nesta quinta-feira (18), em Manaus, uma nova operação contra a extração ilegal de madeira da floresta amazônica. Os agentes da PF e do Ibama estiveram em dois portos na capital amazonense.

Batizada de Operação Arquimedes, a ação é o resultado de investigação iniciada há mais de um mês e que já resultou na apreensão de 444 contêineres com madeira ilegal, que seria enviada para comerciantes da Europa, dos Estados Unidos e de outros estados brasileiros.

Em nota, a PF informou que, se disposto lado a lado, em linha, o volume de material apreendido seria suficiente para cobrir um percurso de 1.500 km, quase a distância entre Brasília e Salvador. A apuração começou a partir de um alerta da Receita Federal. Os policiais federais e fiscais do Ibama identificaram fraudes nos Documentos de Origem Florestal (DOFs), que deveriam atestar a legalidade da extração e da origem da madeira.

Em nota, a PF explicou que a madeira confiscada por ilegalidades na documentação foi extraída em Roraima, Rondônia e no Amazonas. Os investigadores tentam identificar as pessoas físicas e jurídicas envolvidas no esquema, que responderão de acordo com a Lei de Crimes Ambientais e também por receptação de material ilícito, crime previsto no Código Penal.
Fonte: http://www.fatoamazonico.com/